Desde 1995 · Campo Magro — PR
A história começa
com duas mãos.
Antes de existir uma fábrica, existia um homem que sabia o que a madeira aguenta.
Celso Luiz Valente é neto de italianos de Roana, na região de Vicenza, no Vêneto — gente de montanha, acostumada a construir coisas que duram porque não havia dinheiro para construir duas vezes. Ele começou na terra, como agricultor. Depois foi feirante. E nos anos 80 descobriu a madeira, fazendo peças de decoração com as próprias mãos.
Passou mais de dez anos como marceneiro nas grandes marcenarias da região. Aprendeu o ofício de dentro para fora: o que faz uma gaveta correr macia por trinta anos, por que uma porta empena, onde a pressa se esconde e volta a aparecer cinco anos depois na casa do cliente.
Em 1995 juntou as economias e ergueu um pequeno galpão na própria chácara, em Campo Magro. Não foi sozinho. Leoni, sua esposa, formada em literatura portuguesa e por quinze anos diretora de escola fundamental, largou a sala da direção para tocar a empresa ao lado dele. Ele cuidava da bancada; ela, de tudo o que faz uma marcenaria virar uma empresa. É por isso que, até hoje, a palavra dada aqui tem o peso de assinatura.
Dez anos depois veio a primeira ampliação, com maquinário novo. Em 2010, com mais de 50 funcionários, a Valente foi escolhida a dedo — pela técnica e pela responsabilidade — para restaurar os móveis centenários dos tribunais de justiça do Paraná. Cuidar de peças com mais de cem anos ensina uma coisa: móvel bom não é o que impressiona na entrega, é o que continua de pé quando ninguém mais está olhando.
Depois vieram a tecnologia, os centros de usinagem de precisão, o corte que erra menos que um fio de cabelo. Não para fazer mais rápido — para fazer melhor e mais acessível. Hoje o parque industrial tem 20.000 m², com 800 m² de fábrica e uma área inteira reservada à preservação ambiental, e tira do papel os projetos de grandes nomes da arquitetura em quatro estados.
São mais de 2.000 ambientes em três décadas. E o número de que a família mais se orgulha não é esse: é o de clientes que fizeram a primeira cozinha nos anos 90 e voltaram na segunda casa, na terceira, e agora trazem os filhos.
Linha do tempo
Trinta e um anos, um passo de cada vez.
Anos 80
Da terra à madeira
Celso começa como agricultor, passa a feirante e descobre na madeira o ofício que não largaria mais: peças de decoração feitas à mão, uma a uma.
1985 — 1995
Dez anos de bancada
Mais de uma década como marceneiro nas maiores marcenarias da região. É ali que aprende o padrão que hoje exige da própria fábrica.
1995
O galpão da chácara
Com as economias da família, Celso ergue um pequeno galpão na chácara em Campo Magro. Leoni deixa a direção da escola e assume a empresa ao lado dele. Nasce a Valente Móveis Sob Medida.
2005
Primeira ampliação
Dez anos depois, novos maquinários e uma estrutura maior para dar conta de uma demanda que já não cabia no galpão original.
2010
Os tribunais do Paraná
Com mais de 50 funcionários, a Valente é escolhida a dedo — por técnica e responsabilidade — para restaurar os móveis centenários dos tribunais de justiça do estado.
Hoje
20.000 m² e quatro estados
Parque industrial de 20.000 m², sendo 800 m² de fábrica e uma área destinada exclusivamente à preservação ambiental. Projetos de grandes nomes da arquitetura entregues no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.

O parque industrial
Nada sai daqui sem passar pela mão de quem assina.
Projeto, corte, usinagem, montagem interna, acabamento e conferência acontecem no mesmo endereço. É isso que permite prometer prazo com segurança e sustentar a assistência anos depois da entrega — inclusive a do próprio Celso, que ainda atende cliente de 1998 por telefone.
- 20.000 m²
- de área total
- 800 m²
- de fábrica
- 2.000+
- ambientes entregues
- 4 estados
- atendidos
“Um móvel sob medida só está pronto quando o detalhe que ninguém repara está perfeito.”
Celso Luiz Valente — sócio fundador
Quem está com a gente há décadas
“Meu primeiro móvel com o Sr. Celso foi uma cozinha de apartamento pequeno, em 1998, quando eu e meu marido tínhamos acabado de casar. De lá para cá mudamos três vezes — e em todas elas foi a Valente que fez a casa inteira. Uma vez liguei num sábado por causa de uma dobradiça e ele mesmo apareceu com a chave na mão. Trinta anos depois, os armários da primeira casa ainda estão com a filha da minha irmã, funcionando.”

Marta Bianchi Ferreira
Curitiba — PR · Cliente desde 1998
“Já são duas casas feitas com a Valente. Na segunda, a obra atrasou por nossa conta e mesmo assim eles guardaram os móveis prontos na fábrica sem cobrar um centavo a mais, e entregaram na semana combinada da nova data. A gente já viu vizinho perder dinheiro com fábrica de planejados que fechou de um dia para o outro. Com o Sr. Celso, o combinado é combinado.”

Rodrigo e Simone Duarte
Joinville — SC · Clientes desde 2009
